Como no "mundo " humano a obesidade em animais de estimação , tem aumentando muito nos últimos anos e nos causa grande preocupação.

Obesidade canina é caracterizada pelo excesso de peso do animal. Por convenção, diz-se que o cão que esteja 15% acima de seu peso esta obeso. Um dos sinais aparentes é o acumulo de gordura ao redor do pescoço do cão e a formação de dobras na pele em raças que originalmente não deveriam tê-las. A obesidade ocorre, segundo alguns estudos, em cerca de 24% dos cães domésticos americanos.

É compreensível que o cão obeso apresente diversos problemas de saúde. Os mais comuns são os problemas ósseos e cardíacos, sendo que uma das regiões mais afetadas é a coluna vertebral que fica sobrecarregada com o excesso de peso (esse problema é ainda mais sério em cães com coluna alongada como o teckel e o basset hound). Problemas nas articulações também são comuns e se a obesidade ocorrer no filhote, principalmente os de raças grandes, pode causar displasia coxofemural, entre outros problemas como hérnias e prejudicar o desenvolvimento do filhote. Além disso os cães obesos têm mais dificuldade para andar, tornam-se mais sonolentos, perdem o fôlego mais facilmente e podem desenvolver diabetes.

Uma das principais causas da obesidade canina é a alimentação inadequada, isto é em geral culpa do proprietário que, muitas vezes por desinformação, super-alimenta o cão oferecendo-lhe grandes quantidades de ração ou exagerando na quantidade de “petiscos” ou sobras de comida que lhe dá. A ração adequada ao seu cão também é um fator importante, cães adultos não devem ser alimentados com rações para filhotes e cadelas gestantes devem ser alimentadas com rações próprias para esta fase, assim como cães idosos e filhotes. As rações (que devem ser de boa qualidade, para se informar confie no seu veterinário) são balanceadas e como o cão apresenta diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida é preciso saber alimentá-lo adequadamente.

Outra causa de obesidade é a falta de exercícios físicos apropriados para a raça. Assim sendo o proprietário deve saber escolher a raça que quer criar de acordo com sua disponibilidade de tempo para exercitar o animal. E não podemos nos esquecer de doenças metabólicas como o hipotiroidismo e o hipoadrenocorticismo que também causam o aumento de peso nos nossos amiguinhos.

Para todos os casos acima recomendamos o acompanhamento do médico veterinário, pois ele saberá diagnosticar qual a causa da obesidade e qual seu melhor tratamento, sendo este somente de dieta , exercícios , fisioterapia, acupuntura até tratamentos hormonais.

 

pata Ser veterinário.

Pensando bem...
... ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los
e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.
É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.